É verdade que a historiografia como história, parece se repetir, embora com variações, disso não tenho dúvida, pois como diria Eduard Carr, a História é feita de porquês e isso remete para uma interpreteção do historiador, logo de vários historiadores e várias interpretações sobre os mesmos factos, o que poderá então trazer repetições.
A grande novidade aparece então no facto de haver contrastes entre formas de narrativa, e a tentativa de encontrar um modo eficaz de escrever e relatar a História no seu total. Este texto indica-nos dois pontos de vista de narrativas diferentes, a narrativa estrutural, aquela que não se foca apenas em acontecimentos particulares por si sós, mas pelo que revelam sobre a cultura a que estes estão inseridos, e a narrativa tradicional, a narração de acontecimentos. Estes dois campos diferem nos modos de explicação, isto porque na narrativa estrutural a explicação, é justificada pelas estruturas e na narrativa tradicional é justificada por um acontecimento.
É neste sentido que concordo com a complexidade de causas, isto é na minha opinião é óbvio que os factos se gerem devido as condições em que se vive, mas também devido a uma série de acontecimentos antecedentes, com isto quero eu dizer que para se construir e consequentemente retratar e fazer História no seu total, é necessario olhar á estrutura e ao que se antecedeu, ou seja as duas narrativas indicadas para mim so funcionam juntas, porque sendo duas narrativas distintas, tornam se incompletas.
Contudo a meio deste texto percebi que que fazer História não é asim tao fácil, existe uma enorme preocupação por parte dos historiadores de escreverem o que realmente aconteceu e adequar a leitura aos nossos tempos, e embroa se tornando visíveis na narrativa, têm também que mostrar ao leitor de que existem outras interpretações visíveis.
Acredito que para um historiador mais recente seja mais dificil reconstruir a História visto que vao aparecendo novos contextos, e que por se retrarar dum acontecimento ja passado, este consegue saber varios pontos de vista e tem de escolher as causa para ele mais relevantes , e que para isso tenham de encontrar soluções para uma nova narrativa para que esta não se torne tão densa.
O autor, apresenta quatro tipos de análise da relacão entre estrutura e acontecimentos:
A micro-narrativa, isto é a narração de uma História sobre as pessoas comuns e no local em que estão instaladas; os reltatos de pessoas; a analogia, e o encontro entre culturas.
Não consigo discordar em nada, mas tenho uma visão de uma possivel solução.
Em primeiro lugar, a História não pode ser feita sem factos reais, porque dessa forma, hstória seria igual a interpretação, logo pura invenção do historiador. Ao mesmo tempo não descarto os quatro tipos de relação entre estrutura e acontecimentos referidios, mas como aprendiz de história e futura historiadora, faria História baseada em relatos pessoais para saber os acontecimentos, e consequentemente num encontro entre culturas, para perceber as estruturas, dessa forma conseguiria chegar a uma micro-narrativa, para estudar as pessoas a nível individual, o metodo por analogia.
Não seria um complemento para fazer História, mas sim outra forma de a narrar.
Claro isto tudo sem abandonar a narrativa, porque a narrativa é a forma de explicar que o historiador empresta á História.
A grande novidade aparece então no facto de haver contrastes entre formas de narrativa, e a tentativa de encontrar um modo eficaz de escrever e relatar a História no seu total. Este texto indica-nos dois pontos de vista de narrativas diferentes, a narrativa estrutural, aquela que não se foca apenas em acontecimentos particulares por si sós, mas pelo que revelam sobre a cultura a que estes estão inseridos, e a narrativa tradicional, a narração de acontecimentos. Estes dois campos diferem nos modos de explicação, isto porque na narrativa estrutural a explicação, é justificada pelas estruturas e na narrativa tradicional é justificada por um acontecimento.
É neste sentido que concordo com a complexidade de causas, isto é na minha opinião é óbvio que os factos se gerem devido as condições em que se vive, mas também devido a uma série de acontecimentos antecedentes, com isto quero eu dizer que para se construir e consequentemente retratar e fazer História no seu total, é necessario olhar á estrutura e ao que se antecedeu, ou seja as duas narrativas indicadas para mim so funcionam juntas, porque sendo duas narrativas distintas, tornam se incompletas.
Contudo a meio deste texto percebi que que fazer História não é asim tao fácil, existe uma enorme preocupação por parte dos historiadores de escreverem o que realmente aconteceu e adequar a leitura aos nossos tempos, e embroa se tornando visíveis na narrativa, têm também que mostrar ao leitor de que existem outras interpretações visíveis.
Acredito que para um historiador mais recente seja mais dificil reconstruir a História visto que vao aparecendo novos contextos, e que por se retrarar dum acontecimento ja passado, este consegue saber varios pontos de vista e tem de escolher as causa para ele mais relevantes , e que para isso tenham de encontrar soluções para uma nova narrativa para que esta não se torne tão densa.
O autor, apresenta quatro tipos de análise da relacão entre estrutura e acontecimentos:
A micro-narrativa, isto é a narração de uma História sobre as pessoas comuns e no local em que estão instaladas; os reltatos de pessoas; a analogia, e o encontro entre culturas.
Não consigo discordar em nada, mas tenho uma visão de uma possivel solução.
Em primeiro lugar, a História não pode ser feita sem factos reais, porque dessa forma, hstória seria igual a interpretação, logo pura invenção do historiador. Ao mesmo tempo não descarto os quatro tipos de relação entre estrutura e acontecimentos referidios, mas como aprendiz de história e futura historiadora, faria História baseada em relatos pessoais para saber os acontecimentos, e consequentemente num encontro entre culturas, para perceber as estruturas, dessa forma conseguiria chegar a uma micro-narrativa, para estudar as pessoas a nível individual, o metodo por analogia.
Não seria um complemento para fazer História, mas sim outra forma de a narrar.
Claro isto tudo sem abandonar a narrativa, porque a narrativa é a forma de explicar que o historiador empresta á História.

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